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Dicas para reduzir custos de consumo durante o inverno

24 agosto 2010

O inverno tem peculiaridades que podem temperar com sal grosso a conta doméstica de energia elétrica, uma delas a de estimular o uso ininterrupto do aquecedor ou ar condicionado. Para quem pretende comprar estes tipos (ou outros, como refrigerador) de utilidade doméstica, é fundamental verificar se o aparelho a ser comprado tem selo do Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel), emitido por Centrais Elétricas Brasileiras S.A. (Eletrobrás), que identifica produtos fabricados com tecnologia e acessórios que promovem economia de consumo.

Quando aquecedores e condicionadores de ar estão funcionando, as portas e janelas devem permanecer fechadas, e mais: uma vez alcançada a temperatura ideal, é conveniente para o bolso desligá-los por algum tempo. Útil também é ter em conta que a escolha do aparelho deve incluir nível de potência adequado à dimensão do ambiente a aquecer.

É “chover no molhado” dizer que o Sol aquece sempre, inclusive no inverno, mas a verdade é que, na estação de baixas temperaturas, temos a tendência de manter fechadas as janelas, o que não é uma boa prática, em primeiro lugar para a saúde, por conta da necessidade de ambientes arejados. Por outro lado, abrir as janelas deixa entrar a luz natural e, portanto, economiza energia, além de contribuir para aquecer o ambiente. Ajustar para menos a temperatura do refrigerador também vai promover economia, ainda que discreta - mas importante na soma dos demais fatores.

Fugir destas regras simples significa onerar a conta de energia, e até mesmo colher insatisfação com o desempenho de aparelhos, recomenda Fábio Guilhon, gestor Conquali (empresa gaúcha de consultoria, auditoria e treinamento, dedicada à implementação de Sistemas Integrados de Gestão) junto à igualmente sulista Guarida Imóveis.

Guilhon comenta que, independente da estação do ano, aparelhos conectados às tomadas e mantidos no modo standby consomem energia elétrica. Esta é uma verdade conhecida, mas ignorada por muitos de nós. Por analogia, standby significa: supostamente desligado. Mantida unicamente nessa condição durante um mês, uma televisão consumirá 20W. No caso de internet ou tevê a cabo, o “consumo sem consumo” pode chegar a 25W. Acha muito? Então, aí vai: o microondas é bem mais voraz.

Algumas engenhocas contemporâneas exigem o standby, mas, na medida do possível, desligar realmente (desconectá-los das tomadas) os aparelhos domésticos é bem conveniente para o bolso, conforme recomenda o executivo.

Para qualquer época do ano


Entre suas atividades como gestor, Guilhon supervisiona o programa de administração de condomínios da Guarida, incluindo orientações para obter economia de consumo. O profissional comenta que, além de evitar o desperdício de energia e de dinheiro com a cultura do standby, há outras atitudes simples que trazem bons resultados, desde a primavera até o inverno.

“O principal equívoco dos consumidores é manter na tomada um grande número de aparelhos, um desperdício de energia que pode ser evitado, pois nem todas as máquinas impõem condição de standby, mas há outras questões. Banhos acima de dez minutos consumem grande volume de água e energia elétrica ou gás - além de prejudicar a pele, enquanto ligar ferro elétrico quando há muitos outros aparelhos (chuveiro, aquecedor, microondas, entre outros) em funcionamento sobrecarrega a rede”, diz o executivo.

A seguir, algumas recomendações do programa de economia para condôminos e condomínios desenvolvido pela Guarida, que no Sul do país é pioneira em certificação 9001 pela International Organization for Standardization (ISO), para administração e demais atividades no mercado imobiliário. São elas:

• Paredes pintadas com tintas de cores claras refletem luz e dispensam o uso de lâmpadas de alta potência.

• Filtros de ar condicionado sem a devida limpeza causam alergias e problemas respiratórios, dificultam a passagem do ar e sobrecarregam o motor do aparelho condicionador.

• Manter a torneira aberta enquanto a louça é ensaboada é desperdício de água (e de energia, se for elétrica) e de dinheiro.

• Vazamentos nas canalizações que abastecem o aquecedor de água são outras fontes de desperdício, e podem ocasionar sobrecarga nos aparelhos.

Fonte: ImovelWeb


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