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Fazendo arte

29 dezembro 2011

Aderir ao uso de quadros na decoração pode ser uma excelente maneira de possuir obras de arte em casa, além de valorizar os espaços de forma sofisticada



Prego na parede, martelo nas mãos e pronto. Pode parecer tarefa fácil, contudo inserir um quadro no ambiente vai muito além de apenas pendurá-lo. Apesar de não existir uma receita pronta, quando mal explorado, esse elemento decorativo pode passar a mensagem errada.
Abstratos, moderninhos, consagrados ou de autores desconhecidos. De vários tamanhos e desenhos, os quadros roubam olhares e deixam qualquer ambiente mais sofisticado. Para a arquiteta Flávia Soares, não existe um quadro com medidas ideais. Estas vão depender da disposição do espaço: “O tamanho ideal de um quadro é muito subjetivo. A regra é que seja proporcional a um móvel ou ao tamanho da parede. O importante mesmo é que este item represente alguma coisa para o ambiente”.

Qualquer espaço pode receber quadros, mas é necessário ficar atento a algumas dicas para garantir um bom resultado. “Ambientes pequenos podem receber quadros grandes. Nesse caso, eles devem ser o objeto de maior importância. Os espaços maiores podem ganhar vários quadros pequenos sem perda de qualidade e beleza. Uma boa opção é usá-los formando uma montagem. O resultado é esteticamente muito interessante”, avalia Flávia.


Em relação à quantidade, é permitido cometer abusos desde que o bom senso seja preocupação constante, alerta Flávia: “Quando bem colocados, constituindo uma mistura consciente, os quadros formam uma bela composição, capaz de capturar o olhar por horas a fio. Mas se essa composição for feita de forma errada, o resultado é desastroso. O ambiente fica carregado e cansa os olhos”.


E uma notícia para aqueles que dizem não lançar mão desse poderoso objeto decorativo por causa do valor: “O preço de um quadro depende do sucesso do artista. Eu, por exemplo, adoro descobrir artistas. Acredito que desta forma, contribuo para a disseminação da arte e ainda deixo a casa mais bonita e moderna gastando pouco”, defende a arquiteta.


Fonte: Mão Dupla Comunicação/Fotos: Flávia Soares

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