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Férias combina com... Piscina!

19 julho 2011

Ter uma casa com piscina é o sonho de dez entre dez pessoas. Mas e quando a casa é, na verdade, um apartamento? Seguindo as orientações de um profissional na hora de instalar uma piscina na cobertura dá para desfrutar, sim, deste pequeno privilégio

Piscina é o sonho de consumo de grande parte das pessoas. Um sonho que está mais acessível e garante diversão com a família e amigos. Mas, para quem mora em cobertura, antes de pensar em ter a piscina é preciso alguns cuidados e saber alguns detalhes importantes. Um projeto mal executado pode transformar a diversão em uma baita dor de cabeça.


O primeiro passo é verificar se a estrutura do prédio suporta a sobrecarga causada pela instalação da piscina. Também devem ser checadas questões hidráulicas sobre a alimentação e vazão da água, além do layout que irá estudar os fluxos, circulações e as dimensões.


Depois dessa fase inicial, é a hora de instalar a piscina. Tudo isso com o acompanhamento de um profissional especializado, como defende a arquiteta Marina Dubal. “Como será necessária a realização de uma obra para a instalação da piscina, um profissional deve avaliar a impermeabilização existente, já que alguns pontos podem ser afetados. O ideal é uma avaliação geral, antes da obra, de um engenheiro civil”, orienta.


O que fazer para evitar infiltrações que costumam tirar o sono de quem tem piscina e também do vizinho que mora no andar de baixo? Para a arquiteta Estela Netto, uma boa opção é a caixa de alvenaria: “Desta forma, se evita problemas futuros. Porém, o ponto chave para impedir as infiltrações é a impermeabilização da laje de cobertura e da piscina”. Marina lembra outra opção que pode ajudar: “É muito importante escolher corretamente o material de revestimento. Pastilhas muito pequenas devem ser evitadas, pois quando há grande variação térmica durante o dia elas se soltam  mais facilmente do que as maiores”.


Todas essas precauções aliadas a um projeto cuidadoso, garante a segurança da obra. “O planejamento deve ser bem executado para poupar dor de cabeça com infiltração, problemas estruturais, além de pastilhas soltas”, alerta Estela. Marina também concorda que os riscos de um projeto mal executado são os piores possíveis. “O cliente terá que arcar com reformas posteriores que podem envolver o seu imóvel e ainda o do seu vizinho de baixo”, explica a arquiteta.


Para aqueles que já passaram por essa fase e estão curtindo todo o conforto de uma piscina na cobertura, as profissionais recomendam constante manutenção. “Verifique se a piscina esvazia sozinha. Isso, em geral, é sinal de vazamento. Pastilhas soltas também devem ser substituídas, já que o revestimento faz parte da proteção da piscina e evita acidentes”, ensina Marina. Estela completa, sugerindo a integração da área da piscina com a de lazer: “É uma dica importante para que esse espaço se torne um local mais aproveitado”.

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