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Mil e uma utilidades: Pufes e Futons

29 outubro 2011


Versáteis, multiusos, mil e uma utilidades. Assim são conhecidos os pufes e futons, bastante desejados e utilizados na decoração dos ambientes. Com a chegada de visitas, lá está o pufe quebrando o galho como assento extra ou como apoio para copos e petiscos. Na sala de televisão, funciona como um providencial descanso para os pés. Já os modelos triangulares, fofíssimos, são ideais para se atirar depois de um fatigante dia de trabalho. E se o imóvel é compacto, o pufe pode ficar escondidinho embaixo de aparadores ou mesas de centro, só dando o ar da graça quando requisitado.


Já os futons, tradicionais colchões japoneses, deixaram os quartos orientais e seus tatames e, com praticidade, se espalharam pela sala, varandas e terraços. Decorativos, coloridos e confortáveis, podem ser usados como cabeceiras de cama, assentos de cadeiras, sobre deques de madeira e nos charmosos cantinhos zen, tão na moda nestes tempos de estresse. "O futon passa uma imagem descontraída, informal, como se fosse almofada, pois em geral é para se usar no chão. Mas é mais estruturado, elegante. É o chique arrumadinho", explica a arquiteta Andrea Teixeira que, junto com a sócia Fernanda Negrelli, utiliza com muita frequência a peça em seus projetos.


Na edição 2011 da Casa Cor em São Paulo, as profissionais aproveitaram as características do futon para decorar a suíte em homenagem ao artista plástico paulistano Gustavo Rosa. Nela, quatro pequenos exemplares foram dispostos em frente à lareira, sob uma mesa de madeira orgânica, ao lado da adega, e um maior foi colocado sobre um banco, localizado em uma antessala do quarto. "O Gustavo adorou a ideia dos futons para sentar, próximos do calor da lareira e dosvinhos da adega", conta Andrea.


Segundo a arquiteta, os futons têm sido bastante requisitados para as partes externas das residências, principalmente em sacadas e terraços. Sobre tablados baixos de madeira, em conjunto com almofadas, lanternas ou abajures, compõem espaços ideais para leitura, descanso, namoro. Servem ainda para quem tem criança pequena, que começa a engatinhar e estará protegida em caso de queda.  Porém, Andrea recomenda uma atenção especial ao tecido que reveste a peça, que deve ser de cor escura, resistente, fácil de lavar (com zíper, para ser retirado). "Não se pode esquecer que o futon fica no chão ou perto, e é muito arrastado, pisado".


Toque colorido
 No apartamento da cenógrafa Katia Yahn, em São Paulo, seus pufes são o principal atrativo da sala de visitas. "Tenho mania de pufes", revela. "Eles são tudo, servem para sentar, para apoio de objetos, para descansar os pés, são verdadeiros curingas. Não tenho mais por falta de espaço". Com duas peças em casa – um moderno, todo colorido, e outro retrô, pequeno, de veludo vermelho (o terceiro, com formato quadrado, foi levado para a casa de praia) –, Katia conta que quem chega em sua casa sempre nota e elogia, principalmente o charmoso exemplar de patchwork que enfeita e dá cor à sua sala, toda de madeira e praticamente monocromática.


O pufe colorido foi um presente da amiga de infância Doris, proprietária da loja Coisas da Doris, espaço repleto de itens aconchegantes e graciosos para o lar, localizado na capital paulista. E o modelo menor é dos anos 1950, herança da avó de Katia, falecida há 31 anos, quando a neta tinha 17. "Ele era caramelo, careta, esquisito. Então coloquei um novo estofamento de veludo liso, dando uma cara atual a uma peça antiga, e ficou lindo". Tão lindo, que, no dia da entrevista, o pufe nem estava no apartamento. Havia sido requisitado pelo seu marido, fotógrafo, para uma produção de cinema. "Ai dele se não devolver minha peça intacta", brinca Katia.   
Leves e fáceis de serem transportados de um ambiente a outro, os pufes vão ganhando novas possibilidades de uso a cada inusitada ideia de arquitetos e decoradores. Se estão no closet como assento para auxiliar a colocar os sapatos, porque não aproveitar também para guardar  os calçados, em espaços  internos previamente preparados para a função? Ou se são colocados nos pés das camas, ainda podem funcionar como baús, guardando cobertores e mantas em seus nichos. 


A diversidade de uso dos pufes só não é maior do que a variedade de modelos, materiais e formas disponíveis no mercado. Há redondos, ovais, quadrados, retangulares, triangulares; feitos de fibras naturais, sintéticas, de couro, plástico, lycra e com pés cromados, de madeira, com rodinhas, sem pés. Enfim, há um pufe para cada gosto, necessidade e bolso. "É uma peça prática e funcional e um complemento importante para gerar conforto e bem-estar em uma casa", afirma o arquiteto Marcelo Rosset, que sempre coloca pufes nos imóveis que decora, principalmente nos ambientes onde fica a televisão.


Saiba Mais:
• Futons são descontraídos e podem funcionar como sofás em ambientes despojados ou em que haja necessidade de economizar espaço.
• Futons são utilizados atualmente no lugar das bicamas, guardados dobrados e embutidos em um nicho embaixo da cama.
• Quando o pufe for usado para apoio de pés, é importante que ele tenha a mesma altura do sofá para não ficar desconfortável.
• Se não há espaço para uma chaise, basta usar um pufe do mesmo tecido da poltrona (que pode ser guardado em outro local) e ele a substitui perfeitamente.


Fonte: Revista MRV

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