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Vida na vertical

25 março 2013

Apartamentos já representam 16% do total das moradias de Bauru após volume de unidades registrar ‘salto’ em 12 anos


No fim da década de 50, quando os primeiros edifícios residenciais foram construídos em Bauru, havia quem se dispusesse a enfrentar fila para conhecê-los. A curiosidade em entender como é que “casas” podiam ser empilhadas umas sobre as outras e se manterem firmes, fortes e seguras, despertava o interesse e fazia com que os imóveis do tipo se transformassem em verdadeiras atrações.


Hoje, pouco mais de seis décadas depois, quando o assunto é edifício residencial, as pessoas ainda fazem fila. Mas desta vez não é para conhecer nada e, sim, para comprar.


Entre 2000 e 2012 o número de apartamentos triplicou em Bauru, passando de 6.607 para 18.216, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e da Secretaria Municipal de Planejamento (Seplan). A tendência é a manutenção desse interesse nos próximos períodos.


O aumento no número de pessoas que optam por morar nas alturas tem, entre as justificativas, o aquecimento do mercado da construção civil, que facilita a compra e disponibiliza grande oferta; a busca por segurança e o esgotamento dos limites urbanos do município, especialmente na Zona Sul.


O aquecimento do mercado teve início há cerca de 3 anos, quando notando a melhora na economia do País, a demanda da cidade e aproveitando os incentivos do programa Minha Casa Minha Vida (MCMV), construtoras como a MRV passaram a vender apartamentos econômicos, localizados nos mais diversos bairros do município”, explica Marcelo Mastroianni, gerente imobiliário.


A tática não só tornou real para muita gente o “sonho da casa própria”, como descentralizou as construções verticais, tornando-as uma opção para quem quer fugir do aluguel. De meados de 2010, quando entrou no mercado, para cá, só a MRV entregou 14 edifícios com entre sete e oito blocos de apartamentos.


Outro fator que impulsionou este aumento foi a combinação preço acessível e segurança. “Com a popularização dos apartamentos, as pessoas passaram a ver este tipo de imóvel como algo acessível e seguro, especialmente quem passa a maior parte do tempo fora de casa”, acrescenta Marcelo.


Além disso, o esgotamento do limite urbanos do município, especialmente na Zona Sul, também contribui para a expansão vertical. Em áreas mais nobres, como a região dos Altos da Cidade, por exemplo, não é raro ver construções antigas dando lugar a espigões.


Quando surge a dúvida a respeito de qual tipo de imóvel comprar (uma casa ou um apartamento), a segurança, o valor do investimento e a facilidade limpeza costumam pesar na decisão. Foi com base nesses três fatores que Roberta Moraes Losilla dos Santos, 33 anos, trocou a vida em uma casa pela vida em um apartamento.


Morei a vida toda na casa da minha mãe. Quando decidi me casar nem cogitava a hipótese de morar em apartamento. Sempre achei que não me adaptaria. Como meu marido trabalha alguns dias durante a noite, acabei aceitando a ideia por achar o apartamento mais seguro”, conta ela, que hoje acredita ter feito a melhor opção.


Não volto a morar em casa tão cedo... Além disso, por ficar em um condomínio, os apartamentos têm o benefício de ter campinhos, portaria 24h, parquinho, salão de festas e um bom espaço para eu passear com minha filha”, acrescenta.


Thiago José de Oliveira, 30 anos, também está feliz com a decisão que tomou ao comprar um apartamento no Jardim Terra Branca. Incentivado pelo programa Minha Casa Minha Vida, ele comemora a conquista de sua primeira “casa” própria.


O valor que pago das parcelas é pouca coisa maior do que o valor que eu pagava de aluguel. Por isso compensa muito. Além disso, meu apartamento é novo, tem dois quartos e eu o considero mais seguro que uma casa fora de um condomínio fechado”, destaca ele. Quem também prefere morar em apartamentos é o historiador Luciano Dias Pires. Adepto das “casas empilhadas”, seu primeiro apartamento foi no edifício Bauru, um dos mais antigos.


Sempre vi muitos benefícios em morar em apartamento. Meu primeiro imóvel do tipo foi o edifício Bauru, no Centro, que tem dois apartamentos por andar. Só me mudei de lá porque certo dia, ao chegar em casa, vi meu filho, na época criança, pendurado na janela. Daí não teve jeito: comecei a arrumar a mudança na mesma hora”, conta.


Fonte:JCNET

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